"AMA E FAZ O QUE QUISERES. SE CALARES, CALARÁS COM AMOR; SE GRITARES, GRITARÁS COM AMOR; SE CORRIGIRES, CORRIGIRÁS COM AMOR; SE PERDOARES, PERDOARÁS COM AMOR. SE TIVERES O AMOR ENRAIZADO EM TI, NENHUMA COISA SENÃO O AMOR SERÃO OS TEUS FRUTOS."
Santo Agostinho
Entre as mais importantes revelações do WikiLeaks, está este vídeo que mostra a matança indiscriminada de civis realizada por soldados americanos no Iraque. Entre os mortos, um motorista e um fotógrafo da agência de notícias Reuters.
O HORROR DA MÍDIA
O documentário
“A guerra que você não vê”
publicado em 14 de fevereiro de 2013 às 8:43
sugerido pelo Jair de Souza, que legendou em português
ISRAEL / FAIXA DE GAZA
De certa forma,
estamos tão longe geograficamente disso tudo ......... Mas quando vejo tanta matança, ódio e vingança de ambos os lados, chego a duvidar:
Foto de Jean-Marc Bouju em março de 2003, pai abraçando seu filho em um campo de prisioneiros durante a guerra EUA x Iraque - guerra esta que ainda perdura.
Segundo o Ministério da Saúde iraquiano, um em cada dez cidadãos do país – três milhões de pessoas no total – possuem algum tipo de deficiência física ou mental desde o início da guerra no Iraque, em 2003.
Iraque
Iraque
Iraque
Países Árabens
Afeganistão
Afeganistão
Oriente Médio
"Fátima" - CAPITAL INICAL 1986
"Carta aos Missionários" - UNS & OUTROS
Guerras calladas
EDUARDO GALLEANO
Guerras calladas
No estalla como las bombas, ni suena como los tiros. El hambre, que mata callando, mata a los callados.
De ellos, sabemos todo. Los expertos, los pobrólogos, los estudian y nos ofrecen los datos actualizados:
Qué no comen, en qué no trabajan, cuántos son, cuánto no pesan, cuánto no miden, qué no tienen, qué no piensan, qué no votan, en qué no creen.
Sólo nos falta saber por qué los pobres son pobres. Ellos, los muertos de las guerras, los presos de las cárceles, los brazos disponibles, los brazos desechables, sin tierra, sin casa, sin camino.
¿Será que los pobres son pobres porque su hambre nos da de comer y su desnudez nos viste? ¿ Qué sería de nosotros sin ellos?
LEBANON - filme
Quatro soldados em um tanque de guerra são enviados para uma missão perigosa durante a primeira Guerra do Líbano, em 1982.
No claustrofóbico ambiente do tanque, eles tentam não se desesperar ao enfrentar o caos.
Este é o primeiro filme do diretor, que passou pela experiência da guerra. Toda ela é vista a partir do seu ponto de vista, que é a dos atores que fazem e veem a guerra pela lente, e tão somente pela lente da câmera do "tank" que permite uma excelente visão do campo de batalha.
O que se destaca no filme é o olhar propriamente dito, do "Apontador", que reflete o próprio olhar do diretor. As imagens, as piores inclusive, são congeladas por alguns segundos. O olhares que se cruzam sem se cruzarem. Close da criança, da mulher, do velho, do homem, do animal fatalmente ferido. Close do rosto do soldado desesperado, que olha, mira, mas não quer matar.
Tocante, claustrofóbico, tenso, o filme do autor e diretor Samuel Maoz consegue traduzir num formato simples, grandes imagens, cenas, enquadramentos, fotografias da desumanidade de uma guerra, assim como a luta insana de um sujeito (o soldado), contra si próprio, em suas contradições, entre o que vê, faz e não quer fazer.
Diretor: Samuel Maoz Roteiro: Samuel Maoz Fotografia: Giora Bejach Elenco: Nicolas Becker, Benoit Delbecq, Reymond Amsalem, Oshri Cohen Produtor: Moshe Edry