TRAVESSEIRO SUSPENSO POR FIOS DE NYLON

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domingo, 1 de abril de 2012

INFÂNCIAS: a esta hora exatamente há uma criança na rua...



" É honra dos homens proteger o que cresce. 

Cuidar que não haja infância dispersa pelas ruas..."



Para todas as crianças sem família, sem teto, órfãs de guerra, usadas  e abusadas por adultos, "trabalhadoras" exploradas nos diversos sentidos de exploração (sexual, no trabalho etc), sem amor/amparo emocional, moral e condições dignas de vida, sem proteção de adultos e do Estado, esquecidas e vistas como meros objetos nessa sociedade de consumo. 

Dedico a elas essa postagem para que não nos esqueçamos jamais que:


É honra dos homens proteger o que cresce. 

HAY UN NIÑO EN LA CALLE

MERCEDES SOSA & CALLE 13

Enviado por FlorenceJChannel em 22/05/2011

Una canción que atrapa por la música y la letra, mostrando la realidad de muchos chicos que viven en la calle. Me fascina como queda la voz de Mercedes y René juntas, en mi opinión, le dan un toque más de realidad a la canción. Algo que me sorprendió cuando estaba haciendo el vídeo, es que para cada parte de la canción y, en especial las que canta René, existe más de una foto que representa esa parte del tema. Algo increíble, y a la vez triste. Espero que lo disfruten, y que nos sirva para abrir los ojos a esta realidad que nos la cruzamos todos los días con solo salir a la calle.

"Hay un niño en la calle - Mercedes Sosa ft. Calle 13"

A esta hora exactamente,
Hay un niño en la calle....
¡Hay un niño en la calle!
Es honra de los hombres proteger lo que crece,
Cuidar que no haya infancia dispersa por las calles,
Evitar que naufrague su corazón de barco,
Su increíble aventura de pan y chocolate
Poniéndole una estrella en el sitio del hambre.
De otro modo es inútil, de otro modo es absurdo
Ensayar en la tierra la alegría y el canto,
Porque de nada vale si hay un niño en la calle.

Todo lo toxico de mi país a mi me entra por la nariz
Lavo autos, limpio zapatos, huelo pega y también huelo paco
Robo billeteras pero soy buena gente soy una sonrisa sin dientes
Lluvia sin techo, uña con tierra, soy lo que sobro de la guerra
Un estomago vacío, soy un golpe en la rodilla que se cura con el frío
El mejor guía turístico del arrabal por tres pesos te paseo por la capital
No necesito visa pa volar por el redondel porque yo juego con aviones de papel
Arroz con piedra, fango con vino, y lo que me falta me lo imagino.

No debe andar el mundo con el amor descalzo
Enarbolando un diario como un ala en la mano
Trepándose a los trenes, canjeándonos la risa,
Golpeándonos el pecho con un ala cansada.
No debe andar la vida, recién nacida, a precio,
La niñez arriesgada a una estrecha ganancia
Porque entonces las manos son inútiles fardos
Y el corazón, apenas, una mala palabra.

Cuando cae la noche duermo despierto, un ojo cerrado y el otro abierto
Por si los tigres me escupen un balazo mi vida es como un circo
pero sin payaso
Voy caminando por la zanja haciendo malabares con 5 naranjas
Pidiendo plata a todos los que pueda en una bicicleta en una sola rueda
Soy oxigeno para este continente, soy lo que descuido el presidente
No te asustes si tengo mal aliento, si me ves sin camisa con las tetillas al viento
Yo soy un elemento mas del paisaje los residuos de la calle son mi camuflaje
Como algo que existe que parece de mentira, algo sin vida pero que respira

Pobre del que ha olvidado que hay un niño en la calle,
Que hay millones de niños que viven en la calle
Y multitud de niños que crecen en la calle.
Yo los veo apretando su corazón pequeño,
Mirándonos a todas con fábula en los ojos.
Un relámpago trunco les cruza la mirada,
Porque nadie protege esa vida que crece
Y el amor se ha perdido, como un niño en la calle.

Oye a esta hora exactamente hay un niño en la calle
Tags: mercedes negra sosa, calle 13, rene Perez, cantantes, niños, pobreza, tristeza dolor, hambre ,violência, necesidad, vida, muerte, villas, guerrapaco, drogas, basura, desnutrición, realidad
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Canção Para Uma Criança Na Rua

A esta hora exatamente

Há uma criança na rua ...
Há uma criança na rua!

É honra dos homens proteger o que cresce
Cuidar que não haja infância dispersa pelas ruas,

Evitar que naufrague seu coração de barco

Sua incrível aventura de pão e chocolate

Colocando uma estrela no lugar da fome.

Caso contrário, é inútil, caso contrário é um absurdo

Ensaiar na terra a alegria e a música

Porque de nada vale, se há uma criança na rua.

Não deve andar o mundo com o amor descalço

Acenar com um jornal como um Ás na mão

Trepando nos trens, substituindo a risada
Batendo-nos no peito com uma asa cansada.

Não deve andar a vida recém-nascida a preço

A infância arriscada por uma extrema ganância

Porque então, as mãos são fardos inúteis

E o coração, apenas uma palavra ruim.

Pobres são aqueles que se esqueceram de que há uma criança na rua

Há milhões de crianças que vivem na rua

E muitas crianças que crescem na rua.

Vejo-os apertando seu coração pequeno,

Assistindo a todos nós com fábula nos olhos .

Um relâmpago truncado cruza seus olhos,

Porque ninguém protege a vida que cresce


E o amor está perdido, como uma criança na rua.





sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A MARCHA DA INSENSATEZ - os diferentes lados de uma GUERRA

A MARCHA DA INSENSATEZ




Collateral Murder 

(versão integral WikiLeaks)


Entre as mais importantes revelações do WikiLeaks, está este vídeo que mostra a matança indiscriminada de civis realizada por soldados americanos no Iraque. Entre os mortos, um motorista e um fotógrafo da agência de notícias Reuters.




O HORROR DA MÍDIA

O documentário 

“A guerra que você não vê”

publicado em 14 de fevereiro de 2013 às 8:43
sugerido pelo Jair de Souza, que legendou em português















ISRAEL /  FAIXA DE GAZA


De certa forma, 
estamos tão longe geograficamente disso tudo ......... Mas quando vejo tanta matança, ódio e vingança de ambos os lados, chego a duvidar:
 será que um dia isso vai acabar?

Nas fotos, vemos  palestinos abatidos por Israel durante o último
 bombardeio à Faixa de Gaza. Todos com menos de 10 anos de idade.   julho/2014



Crianças palestinas se escondem atrás da mãe



As crianças palestinas têm altos índices de estresse, desobediência, irritação e falta de confiança.
 Isso num contexto de décadas de guerra e descaso social. (foto: Assembleia Geral da ONU-2012)






Músicas tão antigas, mas tão atuais, nos dão o tom da insensatez e dos estragos humanos gerados pelas guerras.

DIRE STRAITS -  "Brothers In Arms"

BRUCE SPRINGSTEEN -  "The Ghost Of Tom Joad"







Civil War - Slash & Myles Kennedy (legendado)



São tantas as imagens, vídeos, mostrando em tempo real os horrores das guerras pelo mundo, e suas contradições...


  Iraque













Iraque




 Iraque







Afeganistão 
 Afeganistão



Israel intensifica ataques contra alvos do Hamas na Faixa de Gaza-  julho 2014









"A Canção Do Senhor Da Guerra"

  Legião Urbana



"Soldados"

Legião Urbana   


"Pra não dizer que não falei das flores" 

(de GERALDO VANDRÉ)
 POR CHARLIE BROWN  JR.

Foto de Jean-Marc Bouju em março de 2003, pai abraçando seu filho em um campo de prisioneiros durante a guerra EUA x Iraque - guerra esta que ainda perdura. 


Segundo o Ministério da Saúde iraquiano, um em cada dez cidadãos do país – três milhões de pessoas no total – possuem algum tipo de deficiência física ou mental desde o início da guerra no Iraque, em 2003.



 Iraque

 Iraque

 Iraque


 Países Árabens

 Afeganistão

Afeganistão

Oriente Médio


"Fátima"  - CAPITAL INICAL  1986


"Carta aos Missionários" - UNS & OUTROS


Guerras calladas

EDUARDO GALLEANO

Guerras calladas


No estalla como las bombas, ni suena como los tiros. El hambre, que mata callando, mata a los callados.

De ellos, sabemos todo. Los expertos, los pobrólogos, los estudian y nos ofrecen los datos actualizados:

Qué no comen, en qué no trabajan, cuántos son, cuánto no pesan, cuánto no miden, qué no tienen, qué no piensan, qué no votan, en qué no creen.

Sólo nos falta saber por qué los pobres son pobres. Ellos, los muertos de las guerras, los presos de las cárceles, los brazos disponibles, los brazos desechables, sin tierra, sin casa, sin camino.

¿Será que los pobres son pobres porque su hambre nos da de comer y su desnudez nos viste?

¿ Qué sería de nosotros sin ellos?



LEBANON  -  filme


Quatro soldados em um tanque de guerra são enviados para uma missão perigosa durante a primeira Guerra do Líbano, em 1982. 
No claustrofóbico ambiente do tanque, eles tentam não se desesperar ao enfrentar o caos.

Este é o primeiro filme do diretor, que passou pela experiência da guerra. Toda ela é vista a partir do seu ponto de vista, que é a dos atores que fazem e veem a guerra pela lente, e tão somente pela lente da câmera do "tank" que permite uma excelente visão do campo de batalha.
O que se destaca no filme é o olhar propriamente dito, do "Apontador", que reflete o próprio olhar do diretor. As imagens, as piores inclusive, são congeladas por alguns segundos. O olhares que se cruzam sem se cruzarem. Close da criança, da mulher, do velho, do homem, do animal fatalmente ferido. Close do rosto do soldado desesperado, que olha, mira, mas não quer matar.
 Tocante, claustrofóbico, tenso, o filme do autor e diretor Samuel Maoz consegue traduzir num formato simples, grandes imagens, cenas, enquadramentos, fotografias da desumanidade de uma guerra, assim como a luta insana de um sujeito (o soldado), contra si próprio, em suas contradições, entre o que vê, faz e não quer fazer.

Diretor:  Samuel Maoz
Roteiro:  Samuel Maoz
Fotografia: Giora Bejach
Elenco:  Nicolas Becker, Benoit Delbecq, Reymond Amsalem, Oshri Cohen
Produtor:  Moshe Edry